O diabo tornou-se forma concreta é interpretada com uma bagagem mística, onde o cristianismo tem o papel de fortalecer essa demologia. No cristianismo existiram os choques das tradições e da mesma forma que surgiram as seitas gnósticas, as heresias em um universo paralelo o bem e o mal que teve um fortalecimento no novo testamento de forma mais sistematizada, fica nítido que Deus possui um formidável adversário na pessoa de satã e a corte de demônios e tem como missão em combater a religião que tem como futuro o inimigo implacável o demônio. Ele é visto como todo um obstáculo assumindo o papel do responsável da infidelidade dos cristãos e a ameaça de perder o paraíso.O demônio passa a ocupar um lugar maior,sendo culpado pela desobediência torna um problema universal. A representação do mal, portanto o universo passa a ter dois reinos o de Deus e o reino do Diabo e cada um com suas particularidades o Deus é a luz e o Diabo as forças das trevas e um começa a querer destruir o reino do outro, e dar-se inicio a polarização, pois tudo que os homens de Deus erram é uma manifestação do Diabo. O mesmo passa ter um papel tão importante quanto do messias e dentro dessa disputa tem um espaço para o sofrimento que era visto para o homem de Deus como a responsabilidade dos demônios que fazia as pessoas epiléticas darem crise, e paralelo a isso vem os milagres as curas desses gêneros e dentro desse contexto era considerado como o enfraquecimento do demônio. Salientado também que a morte de cristo no primeiro século vem fortalecer o papel de Deus que consegue superar o seu inimigo o diabo. O papel do demônio foi se estabelecendo conforme era necessária e novo testamento trazem força maior a esse demônio, quando se faz uma relação entre Genesis e apocalipse, ou seja, a serpente no jardim do éden que tenta Eva a comer o fruto e apocalipse já se tem o demônio com suas características maléficas. E os dogmas do cristão vão se formando conforme e se estruturando a religião, o papel de cristão como salvador que vence a morte, vence também o demônio e salva a humanidade e se também coloca o diabo o ser que pode vencido, pelo Deus. O episodio da bíblia que o anjo cai do céu onde se refere ao demônio e suas atribuições, o diabo possui um corpo etéreo e a grande percepção e são capazes se transportar através do ar, e com isso o demônio pode esta em qualquer lugar e seu combate contra os cristãos. “Pois não é contra os homens de carne e sangue que temos que lutar, mas contra os principados e protestados, contra os principados deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal”. E esse combate os demônio lançam calamidades e aos homens e o papel de Deus é ser bondoso e fazer milagres é dar força pare viver se sentir fortalecido em paz , e diabo a desarmonia, o dualismo do bem e do mal.A vida do diabo é fortalecida pelos dogmas cristão até as dificuldades os fenômenos naturais estão sempre atribuído a ele. Falando nesse dualismo não se pode deixar de falar do monoteísmo, pois o destaque de Deus une, e esse demônio tem que fazer frente a esse novo deus do monoteísmo; E na idade media foi necessário se ter esse Deus frente a tudo pois justificava o fortalecimento do império Romano e esse demônio também fortalece cristianismo tudo que ele carrega em se e esse pano de fundo para a igreja é vista como um universo detentor do poder esse Deus tinha que ser forte convincente, e esse demônio por outro lado era tomando forma conforme era necessário , também como presença do mundo antigo retomando que se tratava de divindades pagãs,pois a continuarem com cultos ao deus estavam cultuando o diabo.E esse próprio Deus também deixava que diabo agisse para que o poder do todo poderoso Deus fosse visto ou revelado , cada vês que na época um cristão vencia um combate contra o demônio era Deus que levava a melhor pois o poder de Deus era exercido, e ninguém tinha mas dúvida se existia o diabo e que Deus era um só,ou seja a cada disputa vencida era mais pagas que se convertia ao cristianismo. E esse cristianismo e acrescendo se tornando a cada dia a religião fortalecida na fé e na política.
Nesse mundo não racionalizado as ações sobrenaturais Deus ou Diabo duelava e conforme o cristianismo ia triunfando sobre as religiões pagãs. “Sem diabos, não há Deus” dizia-se num julgamento, não de feitiçaria inglesa no ultimo ano do século XVI. “A existência do Diabo era a prova máxima da existência de Deus, conforme constataram com propriedades vários pensadores ingleses do século XVII.” O diabo esteve historicamente ligado ao monoteísmo, os primeiros hebreus não sentiram necessidade de personificar o principio maligno, atribuindo suas influências as divindades rivais. Com o triunfo do monoteísmo, entendendo tornava-se necessário explicar a presença do mal no mundo já que Deus era tão bondoso. ”Assim o diabo ajudou a sustentar a idéia de uma divindade absolutamente perfeita”.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Essa demologia foi incorporada a tradição helênica chegando aos hebreus e associados às tradições orais e com isso tornaram as crenças judaicas como espírito maléfico. Mas a função de corporificação do demônio vem passando por transformações, a exemplo de que no antigo testamento a gloria de Satã não é tão grande quanto nas escrituras do novo testamento estabelecido pela literatura apócrifa posterior reconhecida pelos evangelhos e pelo apocalipse de são João é o auge de satã, pois ele assume o papel de príncipe das trevas e responsável também pela perdição do gênero humano e com isso fica nítido o papel dos anjos e demônio e dar ênfase a uma doutrina escatológica que não existia entre os hebreus; mas a apropriação dos seres divinos pagãos tornaram demônios e juntamente com composições na escola helênica.Que passou a ter uma preocupação com a salvação de forma individual, e esse papel do Satã outrora demônios passa a se fortalecer a idéia de destruidor da alma Salientando que os visinhos caldeus e persas tinha uma doutrina dualista com um destino diferente entre puros e pecadores entre o velho duelo de Deus e o Diabo anjos e demônios , tendo como pano de fundo a literatura apócrifa. "Um outro sinal no céu um grande dragão vermelho com sete cabeça e dez chifres e na cabeça sete coroas (...) O grande dragão, a primitiva serpente, chamado demônio Satanás, o sedutor do mundo”.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Tanto na religião como na política os demônios vêm ganhado espaço, depende da época, das comparações e as assimilações vêm sendo desenhada de acordo ao que é pedido, pois o antigo testamento e negada a existência do demônio como uma figura maléfica; mas comparações e fortalecimento do cristianismo e como a religião vai estruturando a figura vai se corporificando e tornando cada vez mais real e a disputa a Deus. Onde tudo se explicar pela fé ou como ela dar indícios desses caminhos. Vem sistematizando como agente do mal, e essa personificação esta acentuada no antigo politeísmo grego pela escola Neoplatonica , pois para Platão “ o homem, não podendo chegar a idéia de um deus infinito e universal se não por uma noção vaga em completa buscava o demônio que lhe ofereciam a personalidade divina sob forma humana”.Mas que fortalece a idéia do monoteísmo é a idéia de nova escola tem reforço central a distribuição de hierarquia dos demônios distribuídos-lhes de uma forma como bons e maus, pois antes eram vistos como divindades, eles apropriados a teologia helênica passaram a ser misturado as religiões da Grécia , mesopotâmia, que colocaram tornando demologia. “Ai encontramos o ponto de confluência com a religiosidade judaica, no século II d.c, foram traduzida para o grego os livros sagrados, denominaram-se demoníacos, ídolos e divindade pagãs e alguns dos animais fantásticos que provavam as crenças do oriente.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
“O Contato com caldeus e suas divindades forneceram a uma tradição preexistente e arcaica e as personalidades destinadas a chefiar o cortejo demoníaco entre Lúcifer e o astro da manhã, o filho da aurora, a estrela de Vênus, que era associado ao rei da caldeia. Onde sua primeira aparição se encontra em Isaias (14:12), onde o profeta esclarece sua queda do poder.”(O diabo no imaginário cristão Carlos Roberto F. Nogueira ) Num mundo não-racionalizado, tudo podia ser explicado, pela ação de forças sobrenaturais: ou Deus , ou o Diabo. Nenhuma delas parecia anormal, e a mentalidade popular aproximava uma da outra. Conforme o cristianismo ia triunfando sobre as reminiscências pagãs e sobre a religião floclorizada, os diabos da teologia cristã perdiam a função de “forças operadoras da magia” tornando-se, sobretudo tentadores e inimigos de Deus, ”aqueles que procuram seduzir as almas para arrancá-las de Deus arrastá-la para o inferno”.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
. O expansionismo, ou seja, a busca de novos povos tinha também uma esfera religiosa a assimilação e apropriação dos deuses dos inimigos; e essas disputas não são entre os reinos e sim entre deuses,o vencedor subjugara e apropria do território , e essa perda culpava-se aos deuses vencedor .Retornando a salientar sobre a idéia da criação do diabo, na literatura do antigo testamento não fica nítido a idéia do diabo , mais no salmo 95 é citado o nome Hebreus a versão Alexandria por demônios e fica claro a assimilação dos deuses estrangeiros aos demônios veio posterior a relação do salmo . “Fortalecendo essa transformação do politeísmo para o monoteísmo no livro de Jacques Lee Goff pág. 18,19” A antiguidade tardia é o período que o Deus do Império romano. Esse Deus é dos cristãos se torna o Deus oriental que consegue se impor no ocidente.” E então sobrevém a decisão do imperador Constantino, depois do edito de Milão (313) de não tolerar a nova religião, mas o me mo recorreu ao Deus do Cristão, do qual espera a sua salvação e a salvação do império. Na idade media fica subtendido que o monoteísmo, juntamente com a criação do Diabo veio fortificar e satisfazer que um completava o outro e caminham para formá-la e fortalecer as religiões. Indo mais um pouco nesse contesto Histórico falando do século VI a.c, a formação da hierarquia demoníaca , o cativeiro de Babilônia que ganha ênfase revivendo com as antigas crenças tribais que estavam a margem crença oficial, e aumenta com o contato com as tradições mesopotâmia comuns, que estavam adaptada sistematizada ao sistema mágico religioso. Falando um pouco dos Caldeus que desenvolveram demonologia, ou seja, semi divinas que dividia em cinco classes, cada um com sete demônios, apesar de não construírem necessariamente em espírito maligno, sim intermediário entre o homem e o animal. Oriundas desse fundo em comum mesopotâmico são as lendas dos demônio do deserto –Azul (aziz=”força “ e El= “deus”) o qual era oferecido sacrifício ao mesmo de Deus.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Para explicar esse fenômeno do demônio tem deportar para uma tradição Hebraica que responsável pela criação cristianismo. Esta uma religião dominante, do ocidente que construiu um grande inimigo arquitetado com a sua evolução histórica, na consciência dos hebreus. O povo que originou de muitas tribos existente na Mesopotâmia foram herdeiros das crenças religiosas, ligada a um conjunto de mitos e praticas hieráticas existentes naquela região. Que Horas posteriormente se definiria como monoteísta. Mas sem deixar de salientar que a principio os Hebreus não sentiu necessidades de corporificar a figura de entidade maligna. ”Para eles Jahveh era um deus tribal, superior aos deuses das populações vizinhas, que se colocavam, assim como seus adversários e como expressões naturais da maldade, tornando supérflua qualquer encarnação do mal” O monoteísmo veio posterior como uma religião que evoluiu com um caráter absoluto: na literatura do antigo testamento existem poucas referencias em relação ao espírito do mal, pois o resultado do judaísmo, o monoteísmo em ao politeísmo envolvente, mas essa esta fortalecida com as tradições coexistentes, que enriquecido com contatos com outros povos ídolos vãos que tentavam substituir pela noção do verdadeiro Deus.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
A igreja foi fortalecendo a figura do Diabo quase paralelo a construção de Deus monoteísta superior a tudo e todos. A criação de uma figura no imaginário cristão aconteceu choques de crenças como a tentativa de finalizar o politeísmo no século IV que serviu como base para se criar esse demônio alguém tinha que fazer frente a Deus. ”A resistência da religião pagã greco-romana foi muito limitada, na verdade, houve resistência entre as elites intelectuais e principalmente, parece, em Roma, que era á um tempo o centro do pensamento romano e da política romana”. Portanto a religião politeísta sendo defasada e deixando de ser majoritária ou religião oficial, é servida como base para se criar a figura do diabo. A igreja na Idade média através do seu domínio e com a criação do diabo para fazer exercer o seu papel de fortalecer Deus, essa criação do Diabo como uma disputa de discurso e de poder eclesiástico que encontra seu fortalecimento e desenvolvimento em uma fé cristã. O demônio tem seu papel na historia da igreja como algo que sobre natural, mas é tão real quanto à fé.
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